Este blog tem como principal objectivo a divulgação de trabalhos/projectos desenvolvidos na nossa escola, com especial ênfase na área de Expressão escrita.

16
Abr 09

 

 
 
             Era uma vez uma marmota macho chamado Martinho que vivia numa toca no alto da montanha. O Martinho era muito tímido e só saia da toca para recolher flores
Silvestres e outras plantas. Quando chegava a casa pendurava as plantas no tecto para secarem e depois no Inverno fazia bonitos trabalhos.
            Um dia, já noite, ouviu um ruído estranho que vinha do tecto, onde estavam as suas flores. Reparou que no meio das flores estava preso, pelo casaco, um grilo violinistas. Ele não gostava de visitas, mas teve pena do grilo, pois fora da toca estava um frio terrível. O Martinho fez um chá para o grilo e resolveu cuidar dele durante todo o Inverno. Com o passar dos dias ficaram os melhores amigos e o Martinho ultrapassou a sua timidez.                           
           Chegou a Primavera e com ela o sol. O grilo convenceu o Martinho a vender os seus trabalhos na aldeia porque eram muito bonitos. O Martinho montou a sua banca e o grilo tocava violino. As pessoas foram atraídas pela música pelo cheiro das flores e pela beleza dos trabalhos. Vendeu tudo num fechar de olhos. Mais tarde apareceu uma bela marmota fêmea que lhe comprou o último coração de flores. Foi amor à primeira vista.
         Casaram e foram felizes para sempre.
 
 
 
Texto colectivo dos alunos do 2.º ano
publicado por emiliapinto às 17:03

 

 
 
         Era uma vez um monstro chamado Justino, que vivia numa gruta no alto da montanha. O Justino era feio, tinha no nariz um corno mas não era um rinoceronte; tinha um pescoço comprido, mas não era uma girafa; tinha umas orelhas enormes, mas não era um elefante; uivava mas não era lobo; deitava fumo, mas não era um dragão e era peludo mas não era um urso.
         As pessoas da aldeia tinham muito medo do Justino e este medo das pessoas.
         Todos os anos, no dia do seu aniversário, o Justino chorava sem parar, porque ninguém se lembrava do seu dia dos seus anos.
         Chorava tanto que as suas lágrimas enchiam o ribeiro. As pessoas da aldeia utilizavam a água para regar os campos. Era uma aldeia verdejante …
         Um dia o monstro Justino resolveu deixar de chorar, esquecendo a data do seu aniversário. Passou um ano, passaram dois anos e a água deixou de correr no ribeiro.
         A aldeia estava seca, e os seus habitante desesperados com a falta de água .
         É então que uma criança da aldeia teve a ideia de colocar á entrada da gruta comida para poderem apanhar o Justino.
         Carregaram muita comida que colocaram na entrada da gruta. O Justino sentiu o cheiro delicioso que vinha da entrada e correu para a porta.
         Ao ver tanta comida, pensou que uma prenda de aniversário e voltou a chorar, mas agora de alegria.
Chorou tanto que o ribeiro voltou a encher-se de água. As pessoas da aldeia ficaram muito felizes .         
         O Justino comeu tudo e foi para o fundo da gruta onde adormeceu e sonhou com o próximo aniversário.
 
        
        
Texto colectivo dos alunos do 2.º ano  
publicado por emiliapinto às 16:44

 

 
 
Era uma vez um velho que tinha um neto e vivia numa aldeia. Um dia resolveu ir à vila vender o seu velho burro.
O avô colocou o neto em cima do velho burro e lá foram a caminho da vila. Passaram junto de um grupo de homens que comentaram.:
- Olha o descarado do rapaz, ele em cima do burro e o velho meio trôpego a pé.
Ao ouvir isto, o avô ficou incomodado e resolveu tirar o neto do lombo do burro e montar ele.
Lá seguiram o caminho em rumo à vila. Pouco tempo depois passaram junto de um de mulheres que logo gritaram:
-Devia ter vergonha, o velho mandrião, em cima do burro e a pobre criança a pé.
Perante este comentário, resolveram montar os dois no velho burro e seguiram caminho. Já perto da vila, um grupo de pessoas voltou a incomodar o velho e o neto.
- Coitado do burro, já vai derreado, a carregar os dois mandriões.
 Logo os dois decidiram descer do burro e continuaram a viagem a pé.
Quando chegaram à vila, o avô disse ao neto que o melhor era não dar ouvidos aos comentários das pessoas mas fazer aquilo que achassem correcto.
 
 
 
 
 
 
Baseado na lenda do "O velho, o rapaz e o burro" - Texto colectivo dos alunos do 2.º ano
publicado por emiliapinto às 16:39

 

    Era uma vez, um soldado chamado João que era bondoso, porque não queria matar ninguém.
    Ele estava na tropa e era militar. Nos tempos livres ia sachar milho, regar cravos, semear couves e manjericos.
    Ele era um rapaz magrinho e não obedecia ao general.
   Então, o general mando-o para corneteiro, e ele foi a tocar até à aldeia. O sargento não gostava dele na corneta e mandou-o para cozinheiro. Mal chegou à cozinha foi buscar café, fazia a comida e deitava nos capacetes dos colegas.
   O general mandou-o para enfermeiro dos soldados.

   De repente os dois generais levantaram-se ao mesmo tempo e disseram: - Já é noite e já acabou a guerra. Apertaram as mãos e seguiram em paz. 

 

 

Reconto elaborado por: Miguel Campinho e Rui Ribeirodo 3º ano
 
 
publicado por emiliapinto às 14:27

Abril 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
arquivos
2009

2008

mais sobre mim
pesquisar
 
favoritos
blogs SAPO