Este blog tem como principal objectivo a divulgação de trabalhos/projectos desenvolvidos na nossa escola, com especial ênfase na área de Expressão escrita.

04
Mai 09

ol

 

Eu amo a minha mãe.

 

Mãe és muito querida.

Mãe és a melhor pessoa do mundo.

Mãe gosto de ti.

Mãe tu és especial para mim.

Mãe tu eés muito amorosa.

Mãe tu és muito linda!

 

Diana 1º ano

 

 

 

Eu amo-te mãezinha.

Toma um beijinho e um abraço.

Querida Mãe adoro o teu nome.

Mãe és a pessoa melhor do mundo.

Mãezinha adorávelo teu nome é lindo Maria teresa.

 

Amo-te muito Mãe.

 

Margarida Sofia 1º ano

 

 

 

Eu amo a Mãezinha.

Mãezinha eu dou-te esta flor...

Ó minha querida Mãe és a melhor Mãe do mundo.

Amo-te Mãe.

 

João Pedro 1º ano

 

 

 

 

 

 

publicado por emiliapinto às 16:32

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No dia 25 de Abril de 1974, há 35 anos, houve uma revolução chamada “Revolução dos cravos”. Esta revolução foi importante porque mudou a vida dos Portugueses. Antes dessa revolução não havia liberdade. As pessoas não podiam dizer o que pensavam e se dissessem eram presos, torturados, não os deixavam dormir e eram queimados com pontas de cigarros.
    A partir desse dia as pessoas passaram a viver em paz.
    Tudo aconteceu assim: um grupo de soldados juntou-se para derrubar o governo. Havia alguns códigos para iniciar a revolução “ E depois do Adeus” foi um deles. Os soldados saíram à rua e cercaram o palácio onde estava o presidente.
    O presidente mal viu aquilo, rendeu-se. Quando perceberam que tinham conseguido, passaram na rádio a música “ Grândola vila morena”. Uma florista deu cravos aos soldados e eles colocaram-nos nas espingardas. Por isso se chamou “ Revolução dos cravos”.
        E foi assim que tudo aconteceu!    
 
 
  Alberto-4ºano
 
publicado por emiliapinto às 16:25

        kml

Para comemorar o dia Mundial do Livro tivemos a visita da escritora Conceição Carvalho. Esta escritora de origem Africana ensinou-nos que a leitura é essencial para o nosso crescimento. Todos nós gostamos muito de ler e escrever.

       Na sala de aula nós trabalhamos o livro “Tesouros Africanos”, uma recolha feita pela a autora, de contos do continente africano.

       Os contos trabalhados foram do nosso agrado.

 

 

 

Alunos do 4º ano

 

publicado por emiliapinto às 15:33

16
Abr 09

 

 
 
             Era uma vez uma marmota macho chamado Martinho que vivia numa toca no alto da montanha. O Martinho era muito tímido e só saia da toca para recolher flores
Silvestres e outras plantas. Quando chegava a casa pendurava as plantas no tecto para secarem e depois no Inverno fazia bonitos trabalhos.
            Um dia, já noite, ouviu um ruído estranho que vinha do tecto, onde estavam as suas flores. Reparou que no meio das flores estava preso, pelo casaco, um grilo violinistas. Ele não gostava de visitas, mas teve pena do grilo, pois fora da toca estava um frio terrível. O Martinho fez um chá para o grilo e resolveu cuidar dele durante todo o Inverno. Com o passar dos dias ficaram os melhores amigos e o Martinho ultrapassou a sua timidez.                           
           Chegou a Primavera e com ela o sol. O grilo convenceu o Martinho a vender os seus trabalhos na aldeia porque eram muito bonitos. O Martinho montou a sua banca e o grilo tocava violino. As pessoas foram atraídas pela música pelo cheiro das flores e pela beleza dos trabalhos. Vendeu tudo num fechar de olhos. Mais tarde apareceu uma bela marmota fêmea que lhe comprou o último coração de flores. Foi amor à primeira vista.
         Casaram e foram felizes para sempre.
 
 
 
Texto colectivo dos alunos do 2.º ano
publicado por emiliapinto às 17:03

 

 
 
         Era uma vez um monstro chamado Justino, que vivia numa gruta no alto da montanha. O Justino era feio, tinha no nariz um corno mas não era um rinoceronte; tinha um pescoço comprido, mas não era uma girafa; tinha umas orelhas enormes, mas não era um elefante; uivava mas não era lobo; deitava fumo, mas não era um dragão e era peludo mas não era um urso.
         As pessoas da aldeia tinham muito medo do Justino e este medo das pessoas.
         Todos os anos, no dia do seu aniversário, o Justino chorava sem parar, porque ninguém se lembrava do seu dia dos seus anos.
         Chorava tanto que as suas lágrimas enchiam o ribeiro. As pessoas da aldeia utilizavam a água para regar os campos. Era uma aldeia verdejante …
         Um dia o monstro Justino resolveu deixar de chorar, esquecendo a data do seu aniversário. Passou um ano, passaram dois anos e a água deixou de correr no ribeiro.
         A aldeia estava seca, e os seus habitante desesperados com a falta de água .
         É então que uma criança da aldeia teve a ideia de colocar á entrada da gruta comida para poderem apanhar o Justino.
         Carregaram muita comida que colocaram na entrada da gruta. O Justino sentiu o cheiro delicioso que vinha da entrada e correu para a porta.
         Ao ver tanta comida, pensou que uma prenda de aniversário e voltou a chorar, mas agora de alegria.
Chorou tanto que o ribeiro voltou a encher-se de água. As pessoas da aldeia ficaram muito felizes .         
         O Justino comeu tudo e foi para o fundo da gruta onde adormeceu e sonhou com o próximo aniversário.
 
        
        
Texto colectivo dos alunos do 2.º ano  
publicado por emiliapinto às 16:44

 

 
 
Era uma vez um velho que tinha um neto e vivia numa aldeia. Um dia resolveu ir à vila vender o seu velho burro.
O avô colocou o neto em cima do velho burro e lá foram a caminho da vila. Passaram junto de um grupo de homens que comentaram.:
- Olha o descarado do rapaz, ele em cima do burro e o velho meio trôpego a pé.
Ao ouvir isto, o avô ficou incomodado e resolveu tirar o neto do lombo do burro e montar ele.
Lá seguiram o caminho em rumo à vila. Pouco tempo depois passaram junto de um de mulheres que logo gritaram:
-Devia ter vergonha, o velho mandrião, em cima do burro e a pobre criança a pé.
Perante este comentário, resolveram montar os dois no velho burro e seguiram caminho. Já perto da vila, um grupo de pessoas voltou a incomodar o velho e o neto.
- Coitado do burro, já vai derreado, a carregar os dois mandriões.
 Logo os dois decidiram descer do burro e continuaram a viagem a pé.
Quando chegaram à vila, o avô disse ao neto que o melhor era não dar ouvidos aos comentários das pessoas mas fazer aquilo que achassem correcto.
 
 
 
 
 
 
Baseado na lenda do "O velho, o rapaz e o burro" - Texto colectivo dos alunos do 2.º ano
publicado por emiliapinto às 16:39

 

    Era uma vez, um soldado chamado João que era bondoso, porque não queria matar ninguém.
    Ele estava na tropa e era militar. Nos tempos livres ia sachar milho, regar cravos, semear couves e manjericos.
    Ele era um rapaz magrinho e não obedecia ao general.
   Então, o general mando-o para corneteiro, e ele foi a tocar até à aldeia. O sargento não gostava dele na corneta e mandou-o para cozinheiro. Mal chegou à cozinha foi buscar café, fazia a comida e deitava nos capacetes dos colegas.
   O general mandou-o para enfermeiro dos soldados.

   De repente os dois generais levantaram-se ao mesmo tempo e disseram: - Já é noite e já acabou a guerra. Apertaram as mãos e seguiram em paz. 

 

 

Reconto elaborado por: Miguel Campinho e Rui Ribeirodo 3º ano
 
 
publicado por emiliapinto às 14:27

06
Jan 09

 

 

 

    No dia 28 de Novembro, a nossa escola deslocou-se ao Porto, para assistir a peça de teatro “Alice no país das Maravilhas”. Foi enorme a alegria sentida, ao vermos um espectáculo tão bonito!
   Quando regressamos, fizemos um jogo. Cada um de nós teria de dizer uma palavra para caracterizar o teatro. Vejam o resultado:
   Sonho – emoção – imaginação – criatividade – cor – luz – música – movimento – alegria – fantasia – animação – participação – dança – moral – magia – acção – beleza.
   Queremos que experiências destas se repitam! Obrigada a todos que permitiram esta deslocação ao Teatro Rivoli. 
 
      Alunos do 4ºano – EB1/JI de Carvalhal
publicado por emiliapinto às 21:44

03
Dez 08

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                          Um Sonhador   

       

    Era uma vez, o tio Hipólito, a Mafalda sua namorada, a Rita que era filha da Mafalda e o Tiago que era sobrinho do tio Hipólito.

    O Tiago vivia com o tio Hipólito porque perdera os pais numa viagem à volta do mundo num desastre de automóvel.

O Tiago era um aluno muito distraído e sonhador e a professora fartava-se de o chamar à atenção porque ele estava sempre na lua. Ele sonhava que andava no deserto num camelo!

    O tio Hipólito, fazia comércio de antiguidades. Um dia, o Tiago e a Rita foram com o tio a uma casa muito antiga chamada Palácio da Lua Nova. Lá, havia um sótão cheio de brinquedos e, no meio daquela confusão, havia uma garrafa. Na rolha dela estavam escritas umas letrinhas pequeninas. Então a Rita foi procurar uma lupa e conseguiu ver o que dizia. Lá dizia Alupapulapara. O Tiago pronunciou três vezes Alupapulapara, Alupapulapara, Alupapulapara e ficou tudo cheio de nevoeiro, Eles começaram a encolher e entraram na garrafa. Lá dentro havia um mundo, diferente onde vivia uma família de Anicos que se chamavam: Ana Ana, a mãe, Anis, o pai e Anil, Anel, Anica, Andor e Âncora, os filhos. E tinham um cozinheiro chamado Chlép.

    Também conheceram a Fada branca de neve e a Flor dos pés grandes e dos cabelos compridos. Mas ainda havia um pirata que atacava sempre que as pessoas davam um mergulho mais comprido.                                                           

     Um dia, a fada andava a voar e o pirata pensou que era uma ave gigantesca e deu-lhe um tiro ferindo-a numa asa. O cozinheiro Chlép tratou-a com um remédio pegajoso.  

     Esses amigos decidiram formar um grupo para combater o pirata, com a ajuda do gigante. Quando chegaram perto do barco do pirata, o Anis descobriu uma corda e subiram para dentro do barco. Não viram o pirata mas leram o diário dele e viram que o pirata só era mau porque o pai e o avô o obrigaram a defender a ilha. O grupo aproximou-se do pirata e ficaram bons amigos.

     O Tiago e a Rita saíram da garrafa com a ajuda do cozinheiro e da fada. O cozinheiro deu-lhes um líquido para eles tomarem quando saíssem da garrafa e voltarem ao estado normal. A fada levou-os até à saída.

     E o Tiago voltou para a escola e continuava a ser um sonhador distraído com as suas aventuras fantásticas!

 

 

Texto elaborado por Rui Pedro e Miguel Campinho, do 3.º ano

publicado por emiliapinto às 19:38

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